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Neste mês de JULHO de 2018 nosso INFORMATIVO TURÍSTICO no BRASIL é:

JAÚ/SP
MAIOR SHOPPING DE CALÇADO FEMININO DO BRASIL

Nossa História
A história de nossa cidade começa no momento em que os bandeirantes navegavam pelo rio Tietê e decidiram parar para pescar na foz de um ribeirão. Lá fisgaram um grande peixe chamado jaú. O local, desde então, ficou conhecido como Barra do Ribeirão do Jaú.

Um pouco mais tarde, em 15 de agosto de 1853, alguns moradores da região decidiram organizar uma comissão para tratar da fundação do povoado. Depois de vários estudos ficou decidido que seria erguido um povoado na área de 40 alqueires, doados em partes iguais por Francisco Gomes Botão e tenente Manoel Joaquim Lopes.
Estas terras eram aquelas compreendidas entre a margem esquerda do rio Jaú e a do Córrego da Figueira. Em 8 de abril de 1857, a lei nº 25 incorporou os Bairros de Tietê, Curralinho e Jacareí. A lei nº 11 de 24 de março de 1859 elevou a capela do Jaú no município de Brotas, à freguesia, a qual por sua vez foi elevada à vila pela lei nº 60 de 23 de abril de 1866 e pôr fim à cidade com a lei nº 6 de 6 de fevereiro de 1889.
A Lenda
O nome Jaú vem do tempo das monções e tem ampla significação na língua Tupi-Guarani-Caingangue. Ya-hu quer dizer peixe guloso, comedor, um grande bagre comedor… Mas também pode significar “o corpo do filho rebelde” segundo conta a lenda do peixe Jaú.
Ya-hu era um jovem guerreiro Kaingangue que não aceitou uma troca de cunhas entre seu pai e o chefe da tribo dos Coroados, a qual selava um acordo de paz.
Por causa de uma das moças, talvez a amada, o Ya-hu revoltou-se contra o pai e reagiu. Perseguiu os Coroados até próximo a Serra de São Paulo, onde encurralou e fez guerra, causando muitas mortes. Porém, bastante ferido, o jovem guerreiro volta para casa, mas desta vez foi seguido pelos Coroados.
Durante a caminhada acabou atingido duas vezes. Por fim, cercado pelo inimigo, e vendo que não tinha mais espaço para fuga, para que seu corpo não fosse comido e para que sua cabeça não fosse cortada e erguida como troféu, o jovem guerreiro Caingangue preferiu afogar-se num ribeirão, de onde ressurgiu mais tarde, transformado em peixe.
Esse nome, dado pelo chefe Caingangue e que mais tarde passou ao rio e ao Município, significa o corpo do filho rebelde, justamente porque o referido peixe mostrava no dorso uma mancha irregular na cor vermelha, iguais às que usava o jovem guerreiro, que jamais voltou de sua guerra contra os Coroados.

TERRITÓRIO NACIONAL DO CALÇADO FEMININO
Toda a tradição teve início no começo do século passado, onde surgiram as primeiras fábricas de sapatos femininos, fazendo com que Jaú ficasse conhecida como ‘A Capital do Calçado Feminino’, com 230 empresas produzindo diariamente 70 mil pares, fabricados por cerca de 10 mil pessoas entre as quais trabalham diretamente e indiretamente.
Dessa ampliação surgiu a necessidade de pontos de venda. Surge então, em 12 outubro de 2000 o Território do Calçado. Além de tudo isso, o território ainda conta com uma ótima infraestrutura, com praça de alimentação, caixas eletrônicos etc.

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